História da Volkswagen Kombi no Brasil

Ele carregava hippies durante a década de 1960 e arrastava surfistas em busca de ondas assassinas durante verões intermináveis, mas a longa e estranha viagem da carrinha Volkswagen está terminando.

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O Brasil é o último lugar no mundo ainda produzindo o icônico veículo, ou “perua”, como é conhecido pelos aficionados.

Embora a produção vá parar no Brasil, deve haver uma abundância de VW vans rolando ao longo de décadas, quanto mais não seja porque há tantos, e eles são tão duráveis.

A VW produziu mais de 10 milhões de vans de transporte Volkswagen globalmente desde que o modelo foi introduzido 63 anos atrás na Alemanha, embora nem todos se assemelhem à máquina hippie clássica. Mais de 1,5 milhões foram produzidos no Brasil desde 1957.

A van VW está tão profundamente embutida na cultura popular, que provavelmente viverá mais tempo ainda na imaginação.

“A van representa a liberdade”, disse Damon Ristau, a Missoula, Montana, diretor do documentário “The Bus”, que segue van fanatics e sua afeição pela máquina. “Ele tem uma magia e charme faltando em outros veículos. É sobre a estrada aberta, sobre trazer sorrisos para a cara das pessoas quando vêem uma carrinha VW a rolar.”

 

Talvez nada com um motor tenha conduzindo-se  mais fundo na cultura pop americana e europeia do que o VW, conhecido por sua durabilidade, mas também sua tendência para quebrar. Van lovers dizem que suas falhas só reforçam seu charme: porque seu motor é tão simples, é fácil de consertar, transmitindo um sentido mais profundo de propriedade.

A van fez uma aparição nas capas de álbuns de Bob Dylan e Beach Boys, entre muitos, embora em círculos de música a sua mais intimamente ligada aos Grateful Dead e a legião de fãs de turnê que seguiu o grupo de rock através dos EUA, as máquinas servindo como rolling homes.

Diz-se que Steve Jobs vendeu sua van na década de 1970 para comprar uma placa de circuito como ele construiu um computador que ajudou a lançar a Apple. O veículo está ligado à cena do surf da Califórnia, o seu interior cavernoso perfeito para transportar pranchas.

Mas em regiões mais pobres como a América Latina e a África, o veículo não carrega o mesmo apelo romântico. Definitivamente não tem a mística legal em São Paulo que tem em São Francisco.

É usado no Brasil pelo Serviço postal para transportar correio, pelo exército para transportar soldados, e por agentes funerários para transportar cadáveres. Ele serve como um ônibus escolar para crianças, opera como um táxi em grupo, e entrega Materiais de construção para locais de trabalho. Os brasileiros convertem suas carrinhas em carrinhos de rolamento, montando em esquinas de rua para multidões de hora de almoço da classe trabalhadora.

 

No Brasil é conhecido como o” Kombi”, uma abreviação para o alemão” Kombinationsfahrzeug “que se traduz vagamente como” cargueiro-passageiro van.”

 

 

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