O uso de carros no Brasil: alguns cuidados necessários

Dirigir no Brasil não é para todos. Embora algumas cidades tenham uma tradição de direção mais segura do que outras, o trânsito no Brasil é, no mínimo, indisciplinado e desafia os motoristas com muitas situações adversas.

Viajar pelo Brasil não requer necessariamente um carro. Embora existam poucos trens de passageiros, os ônibus de viagem podem ser muito confiáveis ​​e confortáveis. Um número crescente de empresas de turismo leva os viajantes a lugares que só podem ser acessados ​​por veículos de tração nas quatro rodas.

As maiores cidades têm metrôs e até cidades pequenas possuem sistemas de ônibus.

No entanto, há momentos em que um carro alugado – ou emprestado – vem a calhar, por exemplo, em praias onde os autocarros não funcionam frequentemente.

Todos os dias, motoristas brasileiros responsáveis ​​precisam enfrentar as condições de tráfego ao seu redor. Você pode precisar ou querer fazer o mesmo. Aqui estão alguns detalhes das condições brasileiras de trânsito que você deve conhecer e algumas dicas de segurança para você começar.

Drivers imprudentes e agressivos

O comportamento de dirigir no Brasil pode ser perigoso, variando de maus hábitos, como a utilização inadequada e a raiva da estrada.

Um estudo de 2004 do SOS Estradas, um programa de segurança no trânsito patrocinado pelo Estradas.com.br , o maior recurso online de viagens rodoviárias brasileiras, apontou para um número anual de mortes de 42.000 em acidentes de trânsito no Brasil.

Segundo o estudo, 24 mil dessas mortes ocorreram em estradas e rodovias. A SOS Estradas vinculou 90% das mortes ao comportamento na estrada e concluiu que uma das razões pelas quais o problema é tão grave é a impunidade.

Os motoristas no Brasil precisam estar preparados para fazer estacionamento paralelo em ruas estreitas enquanto o tráfego espera; manobra em garagens apertadas de shopping center; estacionar longe do seu destino e andar; encontrar uma empresa que venda cartões de estacionamento que devem ser preenchidos e deixados no painel; pagar por um estacionamento com manobrista.

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